Sobre TIMER: A contagem regressiva para o amor

S.TCRA

 

*Primeiramente queria dizer que o filme não tem um final bacana.

 *Segundamente, e não sei se essa palavra existe, só peguei uma mensagem mais ou menos no meio do filme. E definitivamente, não era essa a mensagem que o filme passa, na realidade. Agora, duas coisas embutidas no “segundamente”: 1) A mensagem real do filme, na qual eu não acredito por razões desconhecidas e 2) minha mensagem captada, que acredito pelas mesmas razões.
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*Terceiramente, também não sei se existe mas tá valendo, sinopse: “E se fosse possível fazer a contagem regressiva até o momento em que você vai conhecer sua alma gêmea? Usando um revolucionário aparelho chamado TIMER, Oona O’Leary (Emma Caulfield) acha que vai saber exatamente quando vai encontrar o amor de sua vida. Só que seu TIMER está sempre em branco, o que significa que sua alma gêmea não usa o tal reloginho. E quando se apaixona por Mikey (John Patrick Amedori, Gossip Girl), cuja contagem regressiva é de quatro meses, Oona resolve ignorar o aparelho e aproveitar essa deliciosa e imprevisível experiência chamada amor.”
1) O amor é algo cientifico, premeditado, que não tem nada a ver com suas escolhas e ultrapassa toda nossa crença que o amor é algo nosso, único e puro.
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2) O AMOR É O AMOR! Não importa a idade, a hora, a forma em que acontece, com quem acontece. Só… acontece. É sim, algo mágico, algo que vale a pena esperar a vida inteira. Algo que talvez alguém realmente espere a vida inteira. É uma surpresa agradável, uma coisa inesperada, um… presente. Não é como nos contos de fadas, um cavaleiro que te salva de uma torre e só por isso ganha se amor eterno. É algo em que se cai devagar e sem saber. Como se a pessoa pela qual se apaixona fosse milk shake, você dá a primeira golada e é estranho, gelado, doce demais. Mas agora que você está com ele nas mãos tenta toma-lo. E aí, você vai bebendo e conhecendo o gosto, que é estranhamente gostoso, gelado, mas de um jeito bom, e doce… Não doce demais, mas doce, de um jeito que ameniza sua casca, antes amarga. É assim. Pelo menos comigo. Pelo menos na minha cabeça.
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