Músicas que te fazem se sentir foda

Pode ser só loucura particular minha, mas existem umas músicas que me fazem sentir como se eu pudesse tudo. Aí eu me imagino naquelas cenas de filmes, cabelos ao vento, andando parecendo A Toda Poderosa haha! Elas fazem eu me sentir foda. Me fazem ficar confiante, andar com passos seguros e cabeça erguida (e dançar um pouquinho, cantando)

Segue a lista de músicas que me dão essa sensação:

  1. Highway to Hell – ACDC
  2. You give love a bad name – Bon Jovi (não consigo ouvir sem lembrar de HIMYM)
  3. Man, I feel like a woman – Shania Twain (adoooro)
  4. Applause – Lady Gaga
  5. I like the way you move – Body Rockers (essa foi indicação mas até que eu gostei)

 

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“Qual é a sensação de voltar a escrever?”

Imagem de coffee, book, and apple

Não direi que é bom. É como quando fico sem café: me dá uma dor de cabeça se fico muito tempo sem, mas quando bebo, quero litros sem fim. Escrever é um vício. Você acaba criando uma dependência, fica na fissura em escrever alguma coisa. E quando se tenta uma “rehab”, fica com abstinência, parece que TUDO que você escreve merece ser postado num blog, exposto numa Feira Literária, entrar em um livro e servir de inspiração para o Jhon Green… Mas quando você relê, percebe que na verdade era só uma lista de compras. Descobri que eu não sei ficar longe dos meus instrumentos de escrita e prefiro os mais antiquados, por assim dizer. Eu aprendo escrevendo, me expresso melhor através de um texto e organizo minhas vidas (acadêmica, financeira, pessoal…) por meio das palavras. É um antídoto e veneno no mesmo pote. Me cura e me adoece. É como uma paixão que te incendeia quando está perto, você se sente possuído por ela, sem controle de si, fazendo exatamente tudo e qualquer coisa por ela… Porém, quando ela se vai, você se sente sem alma, seco, como se a única coisa que soubesse fazer era responder as vontades dela e, agora que ela está longe, você se sente inútil. Mas fico feliz em voltar a escrever. Estou preenchida de novo. Revigorada.

Grata a todos que me leem 🙂

Ter quase vinte e gostar de rosa

Imagem de quote, grunge, and sad

E daí se eu tiver 20 anos e gostar de assistir desenhos animados, se minha cor preferida for rosa-bebê, se eu uso blusa de banda ao invés de… sei lá, o que vocês pensam que ~adultos~ vestem? Sabe, eu sempre tive essa síndrome de Peter Pan. Fiquei assustada esses dias quando precisei resolver uma coisa no banco e não pude ir em algum lugar com meus amigos. De repente, repassei a frase na minha cabeça: “não posso ir, porque tenho que ir no banco”. DELLS. Imaginei-me com a cara do meu pai instantaneamente.

Não, não existe essa coisa de idade mandar na nossa personalidade. Ela pode, sim, alterar a nossa rotina e acrescentar um pouco mais de responsabilidade em nós. Mas, TER que mudar o SEU jeito de ser pra encaixar em um padrão que eu não tenho ideia de onde surgiu, não vai rolar, é absurdo. Sim, você amadurece seus gostos com o passar do tempo, mas isso, o que você gosta, deixa de gostar, é problema seu e não da sociedade.

O que, na minha humilde opinião, baseada rigorosamente em nada, não é legal é SER UMA PESSOA INFANTIL, o que não tem muito a ver com o que você gosta ou não gosta. Acredito que ser infantil seja não saber lidar com a vida de uma forma séria quando tem que lidar de forma séria, uma pessoa boba, inocente,  não sagaz.

Com a chegada dessa ~new age~, estou com um pé atrás nessa coisa de “ser adulta”. Mas não entendia o que me incomodava tanto nisso, afinal, crescer faz parte da vida, não estamos na Terra do Nunca. Ao me pegar pensando nisso, cheguei a conclusão de que a nossa visão de um adulto não é nada legal. Porém ser adulto não é bem isso. Ser adulto não é deixar de ser quem você é, porque, de repente, você tem 18.

Resumindo: tenha a idade que for, não jogue fora um pedaço da sua identidade por uma coisa imposta e sem sentido.

 

Como seguir a vida apesar da própria vida

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Andei pensando em desistir de tudo. Mas descobri que se eu fizesse isso, ficaria atoa, como um vegetal, sugando recursos do mundo e ficando ali. Não consegui me imaginar fazendo isso, mas ao invés de ir lá, quebrar a cara e seguir com a cara sangrando mesmo, resolvi ir, porém, caso quebre minha cara, dou um tempo e depois continuo.

Descobri que isso é o meu jeito certo de fazer as coisas.

Quando estava nessa busca inconstante sobre ~como seguir com a vida apesar da própria vida~, me aconselharam vários e vários modos: “se der medo, vai com medo mesmo”, “siga seu coração apesar de tudo” ou “só vai¹”, “a razão nunca erra” ou “só vai²”.

Não, não vai não. Primeiro todo ser humano deveria saber que o que funciona pro outro, nem sempre (deveria escrever nunca ou quase nunca) funciona pra você. Todos  nós somos casos especiais nesse mundo redondo e temos que lidar com isso. Poderia ser tão fácil como ouvir as burradas do seu amigo e aprender com elas? Poderia. Mas a vida não quis. Então não faça isso.

Depois, acho que essa coisa de autoconhecimento é a coisa mais linda, útil e satisfatória do mundo. Claro, não acredito que o ser humano – ou eu, pelo menos – encontrarão todas as respostas para as suas perguntas, mas é um caminho divertido no qual você pode errar sem culpa, afinal, você está ~descobrindo~ que é sinônimo de ~aprendendo~.

Outra coisa que andei aprendendo: não leve as coisas, ~a vida~ ou a si mesmo tão a sério. Você só tende a se irritar com isso ou adquirindo as doenças dos três tempos: depressão (passado), estresse (presente) e ansiedade (futuro). Claro que isso não te garantirá a imunidade a elas, já que basta estarmos vivos para adquiri-las. Mas é uma forma de evitá-las.

E é só isso mesmo. Vai viver. Ou não.

 

coisas sérias

large.jpgcomo sabes, eu sou um fracasso na hora de falar coisas sérias ou agir sobre coisas sérias. coisas sérias são melhores ditas por mim por meio de um texto ou qualquer coisa, contanto que eu escreva. você me faz bem, inegável isso. porém, me faz bem quando quer e quando não quer, não faz nada além de me deixar muito mal. e as vezes eu me esqueço que o mundo não é comandado pelas suas vontades infantis e egoístas. eu sei que as vezes a gente não está com saco pra nada, mas quando é comigo eu arrumo um pinguinho de paciência e tempo pra ouvir você falando sobre qualquer coisa. acho que a gente tem sim que saber cuidar das pessoas e isso eu te garanto que eu sei, mas descobri recentemente que ser a mãezona de todo mundo não dá certo, porque acaba que eu cuido de todos e estou ali pra todo mundo mas o mundo se esquece de mim e eu acabo por fazer isso também. estou magoada, profundamente, coisa que é muito difícil, porque eu perdoo fácil. mas dessa vez, acho que o corte foi tão fundo que finalmente cutucou meu coração trouxa e o fez querer enrolar os papéis que ele faz. e se até meu coração, meu corpo, meu cérebro cansaram, porque diabos eu ainda insisto em alguém que não se importa? por isso, desisti. e não vai ser fácil a recuperação, se quiser saber. não é só falar que “sente muito” mas também não é tão fácil quanto “o que eu posso fazer?”. eu não sei, descobre. tenta pelo menos uma vez correr atrás de algo sem que isso seja dado na tua mão. porque o mundo não gira em torno da gente, a gente tem que correr muito pra acompanhar o ritmo dele, amigo.

(texto escrito em um Dia Picles, não é baseado em fatos reais, obrigada)

Como anda a faculdade

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Recentemente, descobri que fiquei meio louca (perturbada mesmo) por causa da faculdade. Por causa de conversas com outras pessoas, páginas no Facebook destinada somente a esses assuntos e longas meditações, descobri que é um fato. Você realmente pira um pouquinho quando chega na faculdade (principalmente nessa idade conturbada e cheia de cobranças da sociedade e as suas próprias). Mas tirando meus pequenos surtos e crises existenciais, tudo vai bem.

Também recentemente, uma amiga me perguntou como vai o curso, se estou gostando, essas conversas clichês de quando a gente vai pra um lugar novo, e eu cheguei a uma conclusão verdadeira e que até me agradou.

Estou a apenas alguns meses na faculdade. Não sei ao certo se era isso mesmo que eu pensei que o curso seria, e, além do mais, todos sabemos que o primeiro período é quando eles pegam leve porque meio que caímos de paraquedas na sala de aula e alguns esqueceram até o que é respirar.

Mas acho que está legal. “Tá indo”, é o que eu falo. No terceiro ano chega a hora de responder a pergunta que (a gente finge que) decide a sua vida, a qual você brincou anos e jogou no ar várias profissões: ~bailarina~ , veterinária, astronauta, professora, artista plástica (eu realmente achei que esse último era verdade até que mudou de novo)…

Você, então, com essa nova obrigação de responder “o que você vai ser quando crescer”, começa a buscar coisas na internet, frequenta uma Orientação Vocacional que você ganha da escola, vai em visitas a faculdades e cursos e mostras…

E, sempre, você tem nem que seja uma ideia do que quer fazer de verdade. Só não externaliza a ideia por medo, desaprovação dos pais, um próprio preconceito em admitir isso pra si mesmo, mas a gente sabe. A resposta tá sempre escondidinha dentro da gente, galerê. Assim, eu encontrei a Publicidade.

É uma coisa que eu sei que é bom pra mim, por mais que todos falem que “ninguém que eu conheço trabalha na área”, “você vai viver de quê” ou “tem mercado pra isso?”. Quando eu aprendo algo novo ou tô no Facebook, YouTube fazendo qualquer coisa, eu salvo links de propagandas que eu gostei, salvo ideias, salvo tudo relacionado. Isso porque eu gosto.

Então, COMO VAI A FACULDADE? eles perguntam.

Eu respondo: vai indo, e indo bem.

Study Time!

Olá! As minhas provas da faculdade (que vai bem, obrigada) já, já vão começar. como sei que muita gente ~eu, inclusive~ só começou a ligar as engrenagens agora, resolvi tentar ajudar com esse post, repleto de imagens e dicas de estudo!

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“Como parar de procrastinar:

  1. Faça uma lista de tudo o que precisa;
  2. Faça as coisas difíceis PRIMEIRO;
  3. Tire de perto de você todas as distrações (sim, o seu celular!);
  4. Faça uma coisa de cada vez;
  5. Defina um prazo”

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*#4: Depende e muito. O Jhonny quando era pequeno costumava ficar quietinho quando fazíamos carinho e enquanto o acariciava conseguia me manter focada nos textos. Porém agora, ele não para quieto. Então antes de pegar o teu bichinho pra estudar, pense se renderá ou você vai ficar enrolando e brincando com ele.

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“Seu concorrente não deve ser uma pessoa de sua classe, deve ser o resultado de seu último semestre”

8

Uma coisa que me ajuda muito a lembrar de trabalhos, exercícios e até matérias que eu tenho que revisar é colar papeizinhos coloridos em uma parede visível do meu quarto. Então toda hora que eu olho sei que tenho algo pra fazer. Uma amiga minha colou fórmulas pela casa toda, na geladeira, na televisão e microondas! Assim, onde ela estivesse, mesmo que rapidinho, ela olhava a fórmula várias vezes ao dia.

10

Uma coisa que me ajudou muito foi definir um “cantinho de estudo”. Antes eu estudava na sala, porém toda hora tinha barulho, seja do meu irmão no computador ou meu irmãozinho correndo brincando, meus pais conversando, telefone tocando… Não dava! Fora que eu ficava enrolando e viajando, e sempre tinha que levantar e pegar alguma coisa no quarto. Com o cantinho, tenho como colar textos motivadores, calendários e até os lembretes em uma parede, e ainda deixar tudo organizadinho e lindo!

9

Não adianta ter um caderno lindo e um monte de canetas maravilhosas e não usar, né? Então rabisque mesmo, faça letras diferentes e use cores diferentes para cada coisa. Coloque data (sempre!) porque aprendi a pouco tempo que se perder em meio de tanta matéria é bem fácil e quando for passar de um tema pra outro, use desenhos como esses aí em cima pra diferenciar e indicar, tipo: ACABOU!

6

Se você adquire esse hábito de estudo, suas notas sobem, sim, porque você memoriza mais coisas e consegue aprender REALMENTE, porque as vezes você ~pensa~ que aprendeu (por isso os deveres de casa são tão importantes!) e na hora da prova dá aquele branco. Não estude somente na semana de prova e veja a diferença no boletim 😉