Revisãozona de 2016

Vamos terminar o ano ausente? Nop.

Então vamos tudo em fotos.

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INHOTIM 
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DIVAS 2016
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muito amor
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descobrindo o poder da maquiagem e dos cílios postiços
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sério muito poderoso esse cílios
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viagem pra sp (onde conheci o sabor mágico do frappuccino do starbucks)
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muito amor de novo
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muito chopp de vinho e otras cositas mas
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eu amei esse trabalho da faculdade (ciências sensuais)
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comecei um “estágio-emprego”
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viagem pra conhecer a tribo dos pataxós
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mais viagens
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aniversário de 19 (e a primeira festa surpresa da minha vida!!)
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TATUAGEM LINDONA ❤
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descobrindo muitas cositas sobre cabelos cacheados (e tentando manter o meu)

Acho que é isso ai.

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Acabei HIMYM e Breaking Bad

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ACABEEEEEEEI algumas séries, amém!

Eu tenho uma dificuldade enorme em acabar as coisas. Eu sofro de procrastinação e de depressão pós-término (seja um livro muito bom ou qualquer coisa). Quando acabei Friends foi terrível, afinal era a única série que eu consegui acabar mas era a única que eu nunca queria que tivesse acabado. Fiquei um bom tempo re-assistindo até me decidir a seguir em frente, já que, graças a essa coisa magnífica chamada tecnologia, tenho a possibilidade de assistir quantas vezes quiser. Só que desde de então eu custo a gostar de alguma série pra assistir até o final ou elas realmente não tem fim nunca.

Após algumas milhões de pessoas me recomendarem How I Met Your Mother por eu ter gostado tanto de Friends, depois que uma outra pessoa (que ama a série tanto quanto eu, ou mais) me disse que realmente é uma boa série, eu pulei de cabeça. Mesmo. Acabei em poucos dias.how-i-met-your-mother-season-1-1280x960

Sinopse (AdoroCinema): Em 2030, o arquiteto Ted Mosby (Josh Radnor) conta a história sobre como conheceu a mãe dos seus filhos. Ele volta no tempo para 2005, relembrando suas aventuras amorosas em Nova York e a busca pela mulher dos seus sonhos. Ao longo do anos, Ted aproveita para falar a jornada dos seus amigos: o advogado Marshall Eriksen (Jason Segel), a professora Lily Aldrin (Alyson Hannigan), a jornalista Robin Scherbatsky (Cobie Smulders) e o mulherengo convicto Barney Stinson (Neil Patrick Harris).

Posso dizer que eu adorei a série com certeza absoluta, me identifiquei muito, aprendi muito, morri de rir e de inveja das histórias! Barney foi, de longe, o melhor personagem, o que mais me fez rir e que me fez querer abraçá-lo as vezes!

Já o final… Me julguem, eu sei que parece que eu estou torcendo pro casal errado (isso não é spoiler né?), mas não estou. Só não me desceu e eu não consigo aceitar por mais que as pessoas me expliquem suas versões racionais e que as vezes parecem que fazem sentido, mas quando olho: NÃO DÁ.

Pra quem se faz o famoso duelo Friends x HIMYM: não, a série não é igual mas se parece. Eu, particularmente, continuo tendo a primeira como minha favorita de todos os tempos, porém não desmereço a outra que também conquistou um lugarzinho especial aqui dentro, ou seja, VOCÊ PODE, SIM, GOSTAR DE FRIENDS E HIMYM!!!!1!  Pra gostar de um, não precisa odiar o outro, e compará-los não faz muito sentido (pra mim,ok?).

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Breaking Bad foi uma relação complicadíssima. Eu realmente adorei a série no começo. Mas aí eu parei de gostar e fiquei com raiva e parei de assistir. Depois recomecei e não parei mais. Ela é uma série difícil, que não te agrada em todos os episódios e que eu não recomendo a todas as pessoas. Apesar disso é muito inteligente e como a história vai se encaixando é fantástico. ODIEI como acabou (ou só ter acabado mesmo), mas também não vi outra maneira e só o que eu pude fazer foi aceitar.

Sinopse (AdoroCinema): Walter White é um professor de química na casa dos 50 anos que trabalha em uma escola secundária no Novo México. Para atender às necessidades de Skyler, sua esposa grávida, e Walt Junior, seu filho deficiente físico, ele tem que trabalhar duplamente. Sua vida fica ainda mais complicada quando descobre que está sofrendo de um câncer de pulmão incurável. Para aumentar rapidamente a quantidade de dinheiro que deixaria para sua família após sua morte, Walter usa seu conhecimento de química para fazer e vender metanfetamina, uma droga sintética. Ele conta com a ajuda do ex-aluno e pequeno traficante Jesse e enfrenta vários desafios, incluindo o fato de seu concunhado ser um importante nome dentro da Agência Anti-Drogas da região.

SPOILER:

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A cena da cabeça em cima do casco da tartaruga, apesar de épica, foi chocante, nojenta, traumatizante (porque eu tenho, tinha, uma tartaruga [Cinthia <3]) e me fez dar um tempo com a série e até me precaver, já que mais cenas fortes estariam por vir.

Séries: acompanhando agora

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Já faz um tempinho desde que eu falei sobre séries aqui no CD.

Queria só atualizar minhas lixxxtas, e adianto que haverá um post sobre as que terminei. Digo, tem muita coisa que rolou e eu não tinha ideia de como escrever aqui, mas *puf* a inspiração apareceu hoje, grazadeos.

Stranger Things:

Não tô acompanhando mais, já que engoli tudo em um intervalo curtíssimo de tempo. A série é deliciosamente clichê mas totalmente nova. Não sei explicar. Ela me lembra muito, intencionalmente, os anos 80 e seus filmes. Mistura muitos gêneros, aventura, terror, suspense, comédia, tem aquele tipo de enredo que você já tem ideia do que vai acontecer mas quer ver, quer tomar susto e fica até um pouquinho perturbado assistindo (principalmente se você se apega fácil a personagens fofinhos). Assistam porque a fama repentina NÃO FOI ATOA.

Orphan Black: 

Indicação da minha viciada em séries favorita no mundo e eu devo confessar que já viciei (passei pra segunda temporada em um piscar de olhos). É muito inteligente e te deixa com um aperto no estômago querendo saber QUE MERDA TÁ ACONTECENDO!!1! Tem muitas pessoas bonitas, uma atriz fenomenal que faz o seriado praticamente sozinha e é bem confuso as vezes – não sei se é porque é confuso mesmo ou porque eu sou meio lerda, mas enfim. Indico também e quando acabar escrevo um textinho sobre (talvez, se eu animar). Mas quem não viu, por favor, vejam.

Narcos: 

Estou assistindo beeeem aos pouquinhos porque, além de ser bem longo, tem umas cenas meio impróprias pra assistir na sala com seu irmãozinho ao lado, junto com sua mamis. Mas, devido a minha curiosidade sobre a atuação do Wagner Moura (que foi bastante comentada) e sobre a história em si (tenho gostos bastante peculiares) vou continuar até o final (bom que lançam a segunda temporada). Por enquanto tô achando bem legal, as vezes me faz rir e duvidar se eu tô do lado certo da trama, dos mocinhos ou do bad guy.

*EXTRA* Indicação de filme no Netflix:

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Assistam The Fundamentals of Caring. É um filme que lida com um assunto forte, mas trata isso de uma forma muito legal, com bastante humor. Com Paul Rudd interpretando um cara que sofreu bastante, tem um passado meio obscuro e dolorido, começa a trabalhar como cuidador de um garoto deficiente. É bem engraçado e tem uma história bem gostosinha, então se tiver atoa, faça isso por você. Ah, e se minhas palavras não convenceram você, leia esse post sobre.

Beijo galerê, até depois 🙂

 

Ter quase vinte e gostar de rosa

Imagem de quote, grunge, and sad

E daí se eu tiver 20 anos e gostar de assistir desenhos animados, se minha cor preferida for rosa-bebê, se eu uso blusa de banda ao invés de… sei lá, o que vocês pensam que ~adultos~ vestem? Sabe, eu sempre tive essa síndrome de Peter Pan. Fiquei assustada esses dias quando precisei resolver uma coisa no banco e não pude ir em algum lugar com meus amigos. De repente, repassei a frase na minha cabeça: “não posso ir, porque tenho que ir no banco”. DELLS. Imaginei-me com a cara do meu pai instantaneamente.

Não, não existe essa coisa de idade mandar na nossa personalidade. Ela pode, sim, alterar a nossa rotina e acrescentar um pouco mais de responsabilidade em nós. Mas, TER que mudar o SEU jeito de ser pra encaixar em um padrão que eu não tenho ideia de onde surgiu, não vai rolar, é absurdo. Sim, você amadurece seus gostos com o passar do tempo, mas isso, o que você gosta, deixa de gostar, é problema seu e não da sociedade.

O que, na minha humilde opinião, baseada rigorosamente em nada, não é legal é SER UMA PESSOA INFANTIL, o que não tem muito a ver com o que você gosta ou não gosta. Acredito que ser infantil seja não saber lidar com a vida de uma forma séria quando tem que lidar de forma séria, uma pessoa boba, inocente,  não sagaz.

Com a chegada dessa ~new age~, estou com um pé atrás nessa coisa de “ser adulta”. Mas não entendia o que me incomodava tanto nisso, afinal, crescer faz parte da vida, não estamos na Terra do Nunca. Ao me pegar pensando nisso, cheguei a conclusão de que a nossa visão de um adulto não é nada legal. Porém ser adulto não é bem isso. Ser adulto não é deixar de ser quem você é, porque, de repente, você tem 18.

Resumindo: tenha a idade que for, não jogue fora um pedaço da sua identidade por uma coisa imposta e sem sentido.

 

Tattoo: elefante – significado

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Eu simplesmente adoro elefantes e simplesmente morro de vontade de tatuar um bem desenhadinho, como esse da primeira foto (com detalhes tribais, sl). Por isso – e por ter visto muitos elefantes tatuados recentemente -, resolvi trazer o significado lindo da tatuagem desse animal magnífico. Claro, repito como no antigo post, que o significado depende de você, do que representa pra você. Mas é bom saber sobre crenças e significados por aí a fora, nem que seja por um momento ~cultura inútil~.
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É de uma cultura meio geral que os elefantes tem ~boa memória e viver muito~, por isso os ligamos a sabedoria e inteligência. Além disso, existem várias culturas em que o animal é sagrado e até idolatrado, misturando sua imagem a de um ser humano (como Ganesha, deus da prosperidade e sabedoria). Na Índia, o elefante é um símbolo de poder, paciência, sabedoria, sucesso, prosperidade e benevolência. Ironicamente, os elefantes são também um símbolo de castidade e grande energia sexual. Como são as fêmeas que lideram as manadas, o elefante também pode significar o feminino, o laço com a família, poder e também o feminismo.telefante2

Uma das tatuagens mais comuns de elefante mostra uma família, geralmente um elefante maior que representa o pai, um médio que representa a mãe e um menor que representa o filho, como essa aí em cima. Isso porque os elefantes são conhecidos pelas suas atitudes que demonstram zelo familiar, pois são unidos e cooperam uns com os outros.

Existe uma lenda Hmong (são um grupo étnico asiático do sul da China, nômades e pouco integrados ao resto do país) que diz que os elefantes levavam as almas dos mortos para o submundo. A lenda originou-se com base nos rituais de morte dos elefantes, que enterram os corpos dos integrantes da manada com terra, poeira e gravetos. Quando alguma manada encontra algum ~túmulo~, por assim dizer, eles pegar os ossos e passam de boca em boca, começando da líder (que seria a elefante fêmea mais velha) até passar por todos os elefantes, depois eles enterram do mesmo jeitinho, como forma de respeito.

Uma outra curiosidade (que não tem muito a ver com a tatuagem em si), dizem que ganhar um elefante, seja uma miniatura ou algo com este símbolo, é sinal de sorte, proteção e gratidão. Colocá-lo de costas para as portas da tua casa pode atrair dinheiro (o que seria muito bom) e que, quando a família ou os que residem na casa passam por maus momentos, acariciar sua tromba trará esperança, harmonia, sabedoria, saúde e felicidade para todos ( o que também é muito bom).

Espero que tenham gostado 🙂 E podem me dar um elefante de presente 🙂

 

O dia que eu matei meu cacto e a lição que aprendi

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Sou desse tipo de pessoa. A que sufoca, a que cuida, a que, independente do laço afetivo, se me lembrar de você, vou mandar alguma foto, algum sinal de que você existe pra mim. Sofro com isso? Claro.

Uma vez ganhei um cacto de presente. Adorava, achava lindo e minha mãe disse que “era a coisa mais fácil de cuidar”. Fiquei feliz com isso, já que sou desligadíssima com muitas coisas da vida. Porém, eu matei o meu cacto. Fiquei superchateada, porquê QUE TIPO DE PESSOA ESTÚPIDA MATA UM CACTO?  Foi amor de mais, foi importância de mais, foi água demais… E ele morreu.

Usei minha história triste sobre meu lindinho cacto morto pra ilustrar algumas relações. Exatamente, aquela pessoa que não é aquilo tudo na tua vida e você trata como se fosse. Eu sei que é inconsciente, migos, eu matei meu cacto,  porém temos que controlar a quantidade de amor que derrubamos, AFOGAMOS, algumas pessoas.

Isso é importante para termos relações sadias com os amigos, com o amordatuavida, com teu cão. Já que saudade e espaço pessoal são muito importantes para todos nós. Afinal, sabe quando você acha sua mãe uma chata porque ela pega no seu pé, fica com aquelas perguntações intermináveis, etc? Então, não seja ela.

Achei essa imagem por aí. Ela me lembrou desse fato do cacto morto e me fez parar pra pensar mesmo. Encarnando o Platão, pensei mesmo em como isso se refletia nas relações. Primeiro, claro, pensei nas minhas relações, e eis que surge o texto acima. Depois, pensando no geral o texto abaixo.

Todos nós somos seres complexos, cada qual com a própria maneira de ser, composto por seu próprio universo de coisas, pensamentos, manias, vocabulários, costumes, cultura, e as milhares de coisas que nos fazem ser únicos.

Isso quer dizer que nem todo mundo vai gostar de contato físico com uma pessoa que, ok, é seu amigo, mas você não tem aquela ~sensação de liberdade~; ou até que todo mundo vai ser amigo de sair com o outro pra balada todo fim de semana ou pra comer um subway normalmente.

Toda pessoa é diferente e trata diferentemente as pessoas com as quais ela convive. As pessoas de um mesmo círculo de amizade podem parecer que tratam todas igualmente, porém não é assim, tem sempre aquela que você tem mais ou menos afinidade, a pessoa que você pode contar seus segredos ou aquela que você procura pra ouvir os casos e rir da vida. Cada pessoa tem uma plantinha interior, que precisa de quantidades diferentes de luz e água, diferentes cuidados.

Não quero que fiquem paranoicos com isso. Quero que pense muito bem na relação que está tendo com as pessoas ao seu redor. Quero que pense se está dando amor demais a uma certa plantinha a ponto de sufocá-la, ou se está cuidando apenas de uma, em especial, e esquecendo as outras. Quero que tome cuidado com essa coisa extraordinariamente complicada, que somos nós seres humanos…

Estou viajando na maionese demasiadamente, efeito das férias antecipadas da faculdade. Perdoem o falatório e não desistam de mim.       Bejo.

 

Se você for

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Sabe, as vezes a vida te joga pra longe, como um bumerangue, mas assim como tal, você volta. Sei que vai se afastar, mas tenho esperança que você seja uma dessas pessoas que vão e voltam. Fique de olho na rua, e nas pessoas que se esbarram em você. Uma delas pode ser eu. E enfim, eu amo você demais pra te deixar ir sem nem ter a remota possibilidade de eu voltar a te ver. Desculpa se eu um dia te magoei, se fiz algo pra isso, tenha certeza absoluta que não foi por mal. É que eu sou uma pessoa expansiva, exagerada… As vezes passo dos limites. Culpa do signo, sabe? Ignora isso aí, esqueci que não acredita nisso, ou melhor, em quase nada. Se eu te irritei, bem, agora sabe o motivo. Sim, tenho essa mania quando me aproximo demais de alguém. Eu me preocupo demais, me intrometo demais, irrito e tento de todas as formas estar envolvida de todas as maneiras. Mas aí é que tá: faço isso tudo, porém não dou o braço a torcer. Nunca vou admitir isso pra você, cara a cara, mas sou orgulhosa demais e medrosa também para colocar o coração pela boca e falar dos meus sentimentos. Acredito que por isso que tudo seja tão intenso comigo: fica tudo guardado, embolado aqui dentro e acaba virando uma bola de fogo que consome tudo. Mas não soltarei por mais que queime, por mais que doa. Por mais que você vá embora agora e me deixe só. Como disse, não acredito no NUNCA com a gente. Se você for, eu sei, bem lá no fundo, que a gente vai se ver pela vida.