Séries: acompanhando agora

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Já faz um tempinho desde que eu falei sobre séries aqui no CD.

Queria só atualizar minhas lixxxtas, e adianto que haverá um post sobre as que terminei. Digo, tem muita coisa que rolou e eu não tinha ideia de como escrever aqui, mas *puf* a inspiração apareceu hoje, grazadeos.

Stranger Things:

Não tô acompanhando mais, já que engoli tudo em um intervalo curtíssimo de tempo. A série é deliciosamente clichê mas totalmente nova. Não sei explicar. Ela me lembra muito, intencionalmente, os anos 80 e seus filmes. Mistura muitos gêneros, aventura, terror, suspense, comédia, tem aquele tipo de enredo que você já tem ideia do que vai acontecer mas quer ver, quer tomar susto e fica até um pouquinho perturbado assistindo (principalmente se você se apega fácil a personagens fofinhos). Assistam porque a fama repentina NÃO FOI ATOA.

Orphan Black: 

Indicação da minha viciada em séries favorita no mundo e eu devo confessar que já viciei (passei pra segunda temporada em um piscar de olhos). É muito inteligente e te deixa com um aperto no estômago querendo saber QUE MERDA TÁ ACONTECENDO!!1! Tem muitas pessoas bonitas, uma atriz fenomenal que faz o seriado praticamente sozinha e é bem confuso as vezes – não sei se é porque é confuso mesmo ou porque eu sou meio lerda, mas enfim. Indico também e quando acabar escrevo um textinho sobre (talvez, se eu animar). Mas quem não viu, por favor, vejam.

Narcos: 

Estou assistindo beeeem aos pouquinhos porque, além de ser bem longo, tem umas cenas meio impróprias pra assistir na sala com seu irmãozinho ao lado, junto com sua mamis. Mas, devido a minha curiosidade sobre a atuação do Wagner Moura (que foi bastante comentada) e sobre a história em si (tenho gostos bastante peculiares) vou continuar até o final (bom que lançam a segunda temporada). Por enquanto tô achando bem legal, as vezes me faz rir e duvidar se eu tô do lado certo da trama, dos mocinhos ou do bad guy.

*EXTRA* Indicação de filme no Netflix:

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Assistam The Fundamentals of Caring. É um filme que lida com um assunto forte, mas trata isso de uma forma muito legal, com bastante humor. Com Paul Rudd interpretando um cara que sofreu bastante, tem um passado meio obscuro e dolorido, começa a trabalhar como cuidador de um garoto deficiente. É bem engraçado e tem uma história bem gostosinha, então se tiver atoa, faça isso por você. Ah, e se minhas palavras não convenceram você, leia esse post sobre.

Beijo galerê, até depois 🙂

 

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Sessão pipoca: primeiros filmes do ano

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Hoje eu não acordei muito bem. Odeio esses malditos Dias Picles que insistem em surgir no meu calendário, me trazendo medos de coisas que não existem, inseguranças e uma vontade enorme de chorar assistindo filmes que eu sei que vão ligar o “on” na minha fábrica de lágrimas.

Primeiro, eu quis assistir o filme que a Fernandíssima mais me indicou em, pera, todos esses anos desde que lançou? Sim. A Escolha Perfeita adoçou um pouquinho o meu dia amargo.

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Sinopse do AdoroCinema: O The Barden Bellas é um grupo formado apenas por garotas, que apostam no visual perfeito e em sucessos pop para atrair o público da escola. Entretanto, após uma apresentação desastrosa na competição de fim de ano, suas integrantes decidem repensar o grupo. É quando surge o convite para que Beca (Anna Kendrick), uma DJ aspirante que não tem o menor interesse na vida colegial, integre a nova banda. De início Beca descarta completamente o convite, mas após conhecer Jesse (Skylar Astin), que integra uma banda formada apenas por garotos, ela resolve aceitar o convite e passa a ajudar as integrantes do The Barden Bellas a encontrar um novo visual.

É um filme maravilhoso, daqueles gostosos que descem como água? É muito engraçado, diferente (tá, bem mais ou menos: é um musical, da faculdade, mas os cantores são cantores acapella) e te deixa com vontade de cantar junto.

Porém, me deixou com saudades de todo mundo. Quando me disseram que você nunca vai esquecer o seu Ensino Médio, não acreditei nadinha. Pensei que fosse apenas passar, como todos os anos até ali. Mas o último ano, mesmo que não tenha sido maravilhoso nos termos convencionais, foi maravilhoso pra mim, a sua maneira. E quanta gente deixou meu coração pequenininho com a promessa de “nos vemos um dia”…

Enfim. Como não consegui soltar aquele nó na garganta e sim aumentando ainda mais, comecei a ver Simplesmente Acontece, com a Clary de Cidade dos Ossos (LEIAM O LIVRO, ESQUEÇA O FILME) e com o Finnick  de Jogos Vorazes.

Aí, o chororô reinou. Estou degustando devagar a mensagem do filme e acho que só vou conseguir engolir amanhã.

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Mais uma do AdoroCinema: Os jovens britânicos Rosie (Lily Collins) e Alex (Sam Claflin) são amigos inseparáveis desde a infância, experimentando juntos as dificuldades amorosas, familiares e escolares. Embora exista uma atração entre eles, os dois mantêm a amizade acima de tudo. Um dia, Alex decide aceitar um convite para estudar medicina em Harvard, nos Estados Unidos. A distância entre eles faz com que nasçam os primeiros segredos, enquanto cada um encontra outros namorados e namoradas. Mas o destino continua atraindo Rosie e Alex um ao outro.

O filme é bem parecido com o meu queridinho “Um Dia”mas ao mesmo tempo é bastante diferente. Tem a história dos amigos desde sempre que se apaixonam mas não querem estragar a amizade com os próprios sentimentos, então seguem a vida levando aquela amizade (que é bem na cara que não é só aquilo), levando vidas superdiferentes. Também me fez querer ler o livro (mesmo que a autora seja a mesma que escreveu o péssimo P.S. Eu Te Amo).

Eu me apaixonei pelos dois e recomendo a você, que talvez esteja num Dia Picles, ou melhor, PEPINO.

Motivo: conto pra vocês em outro post. Beeeijo ❤

Tag: Viciada em Filmes

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Fui indicada pelo blog Cultivando Ideias a responder essa tag. Confesso que fiquei um tempinho enrolando até me decidir todos os filmes que iria colocar haha! Então vamos lá:

Último filme que você assistiu: Êxodo – Deuses e Reis. Meu namorado e minha mãe todo fim de semana escolhem um filme, e esse foi o último. Gostar eu gostei, mas não é um daqueles filmes que eu colocaria na minha listinha.

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Um filme que você queria muito ver: Eu gosto de assistir filmes de terror. Mesmo que não consiga dormir a noite as vezes, mesmo que me assuste com qualquer coisa depois. Exorcistas do Vaticano eu queria muito ver porque me parece muito bom.
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Um filme para rir: MINHA MÃE É UMA PEÇA! Caramba, eu vi esse filme com minha mãe e tinham váaaaaarias coisas que me fizeram acreditar que aquele filme foi escrito baseado nela! O tanto que eu ria quando eu falava “mãe, você faz muito isso” e ela fechava a cara, o que só me fazia rir ainda mais… ❤
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Um filme de suspense: A Garota Exemplar. É um filme inteligentíssimo que eu adorei tentar adivinhar o que aconteceria a cada cena! *P.s.: estou louca querendo ler o livro.
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Um filme para chorar: Sou uma manteiga derretida. Choro em muitos filmes mesmo, desde animação até filme de terror. Mas um filme que eu me acabei de chorar mesmo foi o Forrest Gump! Lindinho demais ❤ “CORRE FORREST”
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Um filme para ver com a família: Gente Grande, acho que agrada todo mundo. É um daqueles filmes que deveria passar todo domingo á tarde.
07501106Um filme de romance: Romances antigões me atraem haha! Sou platônicamente apaixonada pelo Richard Gere e George Clooney, esses caras que eram galãs na época da minha mãe, sabe? Acho lindo. Um filme que eu indico a todos é o Uma Linda Mulher. 20417708.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxUm filme lindo: Não sei porque mas quando li essa definição me veio esse na cabeça. Então vai ele mesmo. Adoro a Sandra Bullock, pra qualquer tipo de filme. Com esse ela definitivamente entrou pro meu ranking de “atrizes preferidas”. (e, sim, eu chorei).
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Um filme para morrer de medo: Acho que o último filme de terror que me deu medo foi Livrai-nos do Mal, porém indico Padre a todo mundo que não queira dormir. hqdefault
Um filme para ver no feriado: EU ACHO ESSE FILME A CARA DE UM FERIADO PROLONGADO. Aliás, acho comédias românticas a cara de feriados prolongados. Já falei sobre esse filme lindo aqui no Carpe Diem, dá uma olhada.
 60341_Papel-de-Parede-Como-Perder-um-Homem-em-10-Dias-How-to-Lose-a-Guy-in-10-Days_1024x768Um filme de animação: Sou suspeita a falar sobre animações, porque amo esse tipo de filme, seja da Disney Pixar ou da Dreamworks ❤ Porém uma animação que eu não me canso de assistir é Shrek ❤filme_11144Um filme que todo mundo tem que ver: A Sociedade dos Poetas Mortos. 
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Um filme para garotas: Assisti esse filme na casa da Belli Burton, linda, maravilhosa, enquanto ela escovava meu cabelo. E eu me senti meio que no filme Patricinhas de Bervely Hills. (Nesse dia também, fotografamos dois looks do dia, que você pode ver aqui no Dear Belli).
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Desculpem-me mesmo pela demora (e até pelo pequeno sumiço repentino). Obrigada pela indicação Cultivando Ideias!
Quem tiver vontade de responder a tag, sinta-se convidado e é isso aí, pessoas.
Bêjo galerê.

Sobre: Moulin Rouge – Um amor em vermelho

k.ljvhfUm escritor pobre. Uma dançarina de cancan. Um duque. Um mundo maravilhosamente mágico e obscuro com personagens do submundo parisiense.

O escritor, Cristian, muda-se para Paris em busca de uma história sobre o amor. Inesperadamente um homem fura seu telhado no quarto de hotel e assim sua história se envolve com a do Moulin Rouge. Como é um escritor e o pessoal do Moulin Rouge precisava de uma peça, tudo veio a se encaixar. Nesse mesmo dia é apresentado a Satinne, a dançarina sonhadora. Mas também nesse mesmo dia, o chefão do MR iria apresentar Satinne ao Duque e ela terá de envolvê-lo afim de fazê-lo bancar o MR.
Surge a partir daí um triângulo amoroso. Cristian, Satinne e o Duque.
Satinne e Cristian se apaixonam instantaneamente e eles levam seu amor escondido durante os ensaios da peça. Mas o Duque fica cada vez mais enciumado por não ter Satinne do jeito que queria. E assim vai, até que no último dia do ensaio, fica claro para o Duque que ele nunca teria Satinne se Cristian ficar no caminho.
O filme é bom. Tem muita cantoria e danças e essas coisas dramáticas, mas é bom. Achei interessante como falam de si mesmos como pessoas diferentes do resto do mundo, se tratam como “criaturas do submundo”. Achei legal essa expressão.
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Gostei também por não ter um final óbvio, um final que todos esperam. No meio do filme tem uma coisa que muda a história toda, e traz a ela um toque trágico. Mas, como é uma história de amor, como não ter tragédia?
Enfim, vale a pena ver.
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Sobre: O brilho eterno de uma mente sem lembranças

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Quão feliz é o destino de um inocente sem culpa. O mundo em esquecimento pelo mundo esquecido. Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Cada orador aceito e cada desejo renunciado.

Alexander Pope.

Imagine acordar um dia e conhecer alguém que já conheceu? A possibilidade de conseguir apagar alguém da minha cabeça me assusta, mas é bem interessante. No filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças, Joel conhece Clementina. Eles se apaixonam, mas depois de um rompimento ou sei lá o que, Clementina decide apagar Joel da memória. E sim, isso é possível graças a um método científico e blábláblá. Quando Joel descobre, decide fazer o mesmo, mas no meio do caminho, descobre que não quer esquecê-la de verdade, que tudo não passou de um mal entendido entre os dois e que ele a ama. Mas é meio impossível de acordar no meio do processo, então ele tenta encaixar as lembranças de Clementina em suas lembranças sem ela, lembranças em que ela nem existia na vida dele ainda. Clementina é uma verdadeira metamorfose ambulante. Tem um jeito explosivo e impulsivo e legal. Joel é o oposto.

Embora diferentes, acredito que o amor possa durar entre os dois. Gosto da possibilidade de apagar algo da memória, como disse. Porque, como dito na frase, seriamos inocentes, isentos de qualquer erro que possamos ter cometido algum dia. Seriamos puros e livres. Mas isso me assusta tanto… Porque ao mesmo tempo que temos lembranças horríveis e assobradas e vergonhosas, elas sempre nos levam ao futuro ou a algo bom. Gostaria de não poder esquecer meu primeiro beijo, algo horroroso (desculpe João, não foi você, fui eu) mas bom. Se eu apagasse isso, teria apagado as memórias seguintes e parte de quem eu sou. Porque isso agora faz parte de mim. Isso agora sou eu.Se apagamos algo do nosso passado, seja o que for, apagamos parte de nós.

Cada passo para frente abandonamos certas coisas, mas não significa que esqueçamos. Não significa que deixou de fazer parte de nós.É, o filme é realmente bom. É lindo, inspirador e vale a pena ficar morrendo de fome (porque é aquelas fomes de madrugada sabe? que você sabe que tá muito tarde pra comer então toma água até morrer) e acordada até as duas da manhã.Fui porque tô morrendo de sono (FOOOOOOOMEE)

.*P.s.: Me paga por isso João.

**P.s.: Aliás, estamos quites, pelo lance do beijo

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Sobre: Almost Famous

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“Então… o que você gosta na música?”

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Em plenos anos 70, uma mãe neurótica com a nova onda do rock tenta criar seus dois filhos presos em um mundo completamente paralelo. Mas quando a filha mais velha decide sair das asas da mamãe e se abrir para o mundo, ela deixa uma pequena porta aberta para seu irmão mais novo. E é essa porta que transforma completamente a vida de Willian Miller.
Com seus 15 anos e a paixão pelo rock, Willian escrevia para um jornal local, criticando bandas e músicas. Quando se mostra realmente bom no que faz, é contratado pela Rolling Stone para escrever um artigo sobre uma nova banda da qual o menino já era fã: os Stillwater.
Na excursão pelos Estados Unidos, acontece muita coisa. Caramba, QUANTA coisa.
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Mas, o que realmente me impressionou no filme, foi a… sei lá. Não tem uma palavra pra isso. Mas foi o seguinte: quando enfim conseguimos ver que nossos ídolos são na verdade pessoas como a gente, quando enfim conseguimos ver que há amores que se passam por sexo e há sexo que se passa por amor, quando enfim conseguimos ver que a verdade é sempre a melhor opção.
Há alguns fãs, que são “”””””””””fãs”””””””””””. Há aqueles artistas que fingem ser alguém que na verdade não são. Há pessoas que vão querer te comer vivo ao confiar em você, mas também há aqueles que confiam em você sem nem ter a noção disso. Há pessoas motivadoras, puras, vívidas, graciosas e de uma alegria constante em nosso mundo, que felizmente é o mundo real e nos permite desfrutar disso tudo. Existem Penny Lannes, Russel Hammonds e Willians pelo mundo afora.
Me apaixonei de verdade com esse filme, porque ele não te ilude. Tá, em ALGUMAS COISAS ele não te ilude. Por mostrar a paixão pela música e pelo mundo em que algumas pessoas (sim, eu admito) já quiseram estar. Mas também por ser mais um daqueles filmes inspiradores, que nos fazem querer ser nós mesmos e ser grandes assim. E ainda, nos incentivar a correr atrás.
E fim.
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*P.s.: encontrei esse texto no meu e-mail, é do ano passado, desta mesma data 😉

Cinco: melhores filmes que vi na escola

Quando um professor falta ou temos um horário vago, costumam passar filmes. E outra, pra galera que vai fazer ENEM e outras provas, é bom estudar todas as matérias e das melhores formas possíveis, e como todo mundo ama um bom filme, separar um fim de semana pra assistir alguns “filmes de escola” é bom. Aqui estão os cinco melhores que vi até agora:

     1. A Sociedade dos Poetas Mortos

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Eu amo de paixão esse filme. Já falei dele aqui quando Robin Williams faleceu. Minha professora de português da época passou porque estávamos com dificuldade para ler poemas e ela pensou que ajudaria. Também é bastante interessante o gosto que os alunos tomam pela escola e pela matéria, pela vida, por tudo, depois que o Professor Keating chega na escola. Como disse também, foi com ele que peguei o gosto pelo Carpe Diem. Sinopse: Em 1959 na Welton Academy, uma tradicional escola preparatória, um ex-aluno (Robin Williams) se torna o novo professor de literatura, mas logo seus métodos de incentivar os alunos a pensarem por si mesmos cria um choque com a ortodoxa direção do colégio, principalmente quando ele fala aos seus alunos sobre a “Sociedade dos Poetas Mortos”. 

     2. A Onda

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O professor de História passou esse filme porque queria mostrar sobre o Facismo, o Nacionalismo e mais um monte de “ismos”. Ele se passa numa escola alemã, onde um professor tem de ensinar sobre Autocracia de uma forma diferente. Todos os alunos se envolvem, mas a coisa acaba indo muito além do pretendido, pois eles se envolvem DEMAIS. Gostei bastante do filme, foi um dos primeiros na aula de História que ninguém dormiu. Sinopse: Em uma escola da Alemanha, alunos tem de escolher entre duas disciplinas eletivas, uma sobre anarquia e a outra sobre autocracia. O professor Rainer Wenger (Jürgen Vogel) é colocado para dar aulas sobre autocracia, mesmo sendo contra sua vontade. Após alguns minutos da primeira aula, ele decide, para exemplificar melhor aos alunos, formar um governo fascista dentro da sala de aula. Eles dão o nome de “A Onda” ao movimento, e escolhem um uniforme e até mesmo uma saudação. Só que o professor acaba perdendo o controle da situação, e os alunos começam a propagar “A Onda” pela cidade, tornando o projeto da escola um movimento real. Quando as coisas começam a ficar sérias e fanáticas demais, Wenger tenta acabar com “A Onda”, mas aí já é tarde demais. 

     3. A Voz do Coração

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Vi esse filme na aula de Filosofia. Não lembro muito bem o motivo. Mas gostei muito do filme (ele me fez chorar no final). Mostra um colégio interno com métodos nem um pouco legais de ensino, onde os meninos eram ensinados a base da violência e gritos. Os garotos, cada qual com sua habilidade e personalidade marcante, conhecem um novo método de ensino com um professor de música muito bondoso, que entende que dor não ensina nada além de sofrimento. Sinopse: Pierre Morhange (Jacques Perrin) é um famoso maestro que retorna à sua cidade-natal ao saber do falecimento de sua mãe. Lá ele encontra um diário mantido por seu antigo professor de música, Clémente Mathieu (Gérard Jugnot), através do qual passa a relembrar sua própria infância. Mais exatamente a década de 40, quando passou a participar de um coro organizado pelo professor, que terminou por revelar seus dotes musicais. 

     4. O Óleo de Lorenzo

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O filme que mais me arrancou lágrima de tão lindo que ele é. Vi na aula de Química, acreditem ou não. É maravilhosa a trajetória  Sinopse: Um garoto levava uma vida normal até que, quando tinha seis anos, estranhas coisas aconteceram, pois ele passou a ter diversos problemas de ordem mental que foram diagnosticados como ALD, uma doença extremamente rara que provoca uma incurável degeneração no cérebro, levando o paciente à morte em no máximo dois anos. Os pais do menino ficam frustrados com o fracasso dos médicos e a falta de medicamento para uma doença desta natureza. Assim, começam a estudar e a pesquisar sozinhos, na esperança de descobrir algo que possa deter o avanço da doença. 

     5. Hotel Ruanda

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Aula de Geografia. Descobri com esse filme que não gosto dos filmesdeauladegeografia. Me deixam meio p da vida, mostram a dificuldade humana de aceitar a população como um todo. Mas se você gosta e quer saber de onde surgiram tais conflitos, porque, como começou e tudo o mais, filmes e documentários são os melhores meios. Esse é muito legal pra mostrar a realidade de algumas “tribos” africanas, por exemplo, e como outros países que PODEM ajudar a acabar com guerras e com as condições desumanas a que essas pessoas são submetidas, NÃO AJUDAM. Enfim. Sinopse: Em 1994 um conflito político em Ruanda levou à morte de quase um milhão de pessoas em apenas cem dias. Sem apoio dos demais países, os ruandenses tiveram que buscar saídas em seu próprio cotidiano para sobreviver. Uma delas foi oferecida por Paul Rusesabagina (Don Cheadle), que era gerente do hotel Milles Collines, localizado na capital do país. Contando apenas com sua coragem, Paul abrigou no hotel mais de 1200 pessoas durante o conflito.

Espero que tenham gostado!

Beijo para todo mundo ❤