Porque amar o John Green

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Já fazia algum tempo, mas prometi que faria um texto com inúmeras razões para amar os livros do John Green. Se você não gosta, pense duas vezes. Vai que você está lendo sob influências malignas que fazem você -ser humano- não apreciar uma obra sequer do Tio Verde.

Antes de mais uma das minhas inúmeras listas, quero dar uma palavrinha, expressar minha humilde opinião. Caso não goste de A Culpa é das Estrelas, tente ler outros livros. ACÉDE ficou carregada de propagandas que ao invés de funcionar positivamente, acabaram por iludir as pessoas e criando uma expectativa muito irreal.

Lista:

  • As capas são lindas. Tá, não é um motivo, mas elas são realmente lindas.
  • A maioria dos livros tem personagens com traços que você encontra num amigo, num parente, em você… Os personagens acabam se tornando “reais”.
  • Ele não escreve forçadamente para os jovens. Não carrega seus livros com coisas desnecessárias só pra fazer os personagens agirem como adolescentes e passar aquela imagem de “ah, eu entendo vocês”.
  • Todas as suas histórias são diferentes umas das outras.
  • As histórias tem seu ~tempero~ moderado. Tipo: uma pitadinha de humor, um pouquinho de mensagem pra pensar na vida, e por aí vai.
  • O CARPE DIEM NOS LIVROS.
  • O modo leve, direto e… O jeito que o John Green escreve é diferente.
  • Finais épicos.
  • As mensagem legais que podem te ajudar alguma hora da sua vida.
  • Coisas importantes que ele nos faz pensar como o que voc~e vai fazer da sua vida, bullying, o que você pensa da sociedade atual…
  • John Green é bom.

Sinceramente, espero que peguem um livro dele pra ler. Meu preferido (dos que eu já li) é o “Quem é você, Alasca?”. É maravilhoso.

Links com resenhas que fiz no blog:

https://luizaluna.wordpress.com/2014/05/17/cidades-de-papel/

https://luizaluna.wordpress.com/2014/07/07/quem-e-voce-alasca/

https://luizaluna.wordpress.com/2014/04/03/o-teorema-katherine/

https://luizaluna.wordpress.com/2013/10/02/a-culpa-e-das-estrelas/

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Quem é você, Alasca?

 

Peguei do We Heart It <3
Peguei do We Heart It ❤

John Green

Intrínseca, 201o, 240 p.

Morri por esse livro. Já tinha lido outros livros do John Green e estava pensando que, talvez, se ler mais um livro, acabaria vendo que no fim era tudo igual. Achei que enjoaria, cansaria, desistiria disso tudo. Mas, e um grande, brilhante e purpurinado MAS, isso não aconteceu.

Queridos leitores do blog, declaro meu amor pelos livros do John Green.

Gordo está em busca do seu “grande talvez” e pensa que ele está enfiado num colégio interno, longe de seus pais e da vida a qual está acostumado, perto de contrabando de cigarro e bebidas e bufritos. Ele acaba fazendo amizades e conhecendo as “regras de sobrevivência ” do colégio, assim como se apaixonando por Alasca e enrolando seu “grande talvez” no “labirinto” dela. Alasca é uma garota excêntrica, e -arrisco dizer- meio louca e bipolar, mas apaixonante. Nessa leitura temos muitas ultimas palavras e frases que grudam na cabeça, lugares como o Buraco do Fumo, comidas exóticas como Bufritos, e trotes lendários como os da Alasca. Você vai tentar de mil e uma maneiras e mesmo assim não vai conseguir descobrir Quem é você, Alasca?

Na minha opinião o melhor livro do John Green.

Algumas imagens que, que fique beeeeem claro, peguei no We Heart It ❤ (que eu amo e indico pra quem gosta de imagens fofinhas e enfim):

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QEVA.3

QEVA.4

QEVA.5

QEVA.6

Site do We Heart It :     http://weheartit.com/

Minha página no We Heart It:             http://weheartit.com/luiza_lunafutm_campaign=link&utm_medium=email&utm_source=welcome-email

~Me segue lá?~

Beijooooos e boa leitura ❤

Sobre: A culpa é das estrelas

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Queria, primeiramente, agradecer o convite de Sara e Alana. Acho que não teria melhores companhias (apesar do nosso pequeno atraso -20 minutos- e da choradeira por causa do filme). Temos que ter mais doses ❤ E expressar uma opinião, na realidade, quase confessar uma coisa: eu não gosto de filmes de livros. Tá eu sei que são dois universos paralelos, completamente diferentes e que o filme é apenas baseado no livro. Mas… Existem as exceções. E A culpa é das estrelas, como filme, é uma das poucas exceções. EU ADOREI O FILME.

Cara de choro.
Cara de choro.

Como eu costumo não gostar dos filmes, confesso que eu não estava empolgada, contando os dias e nem toda “ah Ansel”. Não. Eu queria ver por pura e genuína curiosidade, só porque eu tinha gostado do livro. E como disse, pelo convite que recebi. P.S. Quando uma amiga que você não vê há algum tempo te faz um convite desses você não recusa.

Eu gostei muito do filme, na minha humilde opinião, mostra o livro, o que eu li passou na tela do cinema e, é claro que faltou algumas coisas e nada substitui a leitura do livro em si, mas não consigo imaginar como poderia ficar melhor.

Eu fui uma das pessoas que tiveram que morder a língua quanto a escolha de Ansel Elgort para ser o Gus. Ele foi maravilhoso. Não tinha os olhos azuis que eu imaginei , mas gente, eu sorria em algumas cenas porque, mesmo sem esses traços, ele era o Gus. A Shailene Woodley foi ótima também. Tem uma cena [SPOILERALERT] quando ela conhece o Gus, e ele coloca um cigarro na boca, ela dá chilique. Pensei que eles iriam fazer de um jeito mais doce e fofo e menos Hazel. Mas foi perfeito. Acho que foi a cena que eu mais gostei do filme todo.

Ainda sobre os personagens, eu me assustei quando vi quem fez o Peter Van Houten. Não que Willen Dafoe não seja um bom ator, longe disso, ele foi ótimo. Mas como eu não procurei muita coisa sobre o filme antes, me assustei ao ver o Duende Verde, do Homem Aranha, bebendo whisky e sendo grosseiro com Hazel e Gus. Não saia da minha cabeça “O QUE O DUENDE VERDE TÁ FAZENDO AÍ?!”.

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A trilha sonora. Eu descobri o Ed Sheeran recentemente ( com a linda e maravilhosa Give me love) e eu adorei que a música ‘pra eu me recompor’ foi dele. Bem no finalzinho… nos créditos. Também tiveram músicas que eu fiz questão de procurar depois como “All I Want”, Kodaline, e “Not About Angels”, Birdy. Cada música foi encaixada perfeitamente em cada momento. Bem, quase todas (Bomfallarella não foi uma delas).

Admito que nem tudo foram flores. Faltaram detalhes, partes que julguem importantes no livro que não foram nem mencionadas, mas… Como fazer um livro de 283 páginas caber em menos de 2 horas de filme? Não teria como colocar tudo mesmo.

Pedi a algumas pessoas opiniões sobre o filme, para me dizer sobre suas expectativas e sua opinião depois:

Sara:

Não sei se foi por ler o livro antes, mas parece que a ansiedade era muito maior e contava os dias para ir ver no cinema, louca pra chorar pelo romance deles. Eu simplesmente amei o filme, e vai ser um daqueles que eu posso ver umas 54545 vezes que eu nunca vou enjoar. É perfeito e recomendo :)
Não sei se foi por ler o livro antes, mas parece que a ansiedade era muito maior e contava os dias para ir ver no cinema, louca pra chorar pelo romance deles. Eu simplesmente amei o filme, e vai ser um daqueles que eu posso ver umas 54545 vezes que eu nunca vou enjoar. É perfeito e recomendo 🙂

Alana:

Eu estava muito ansiosa pelo filme, quando soube da estréia, mal pude esperar para vê-lo. É um filme muito bom, um lindo romance e dou os parabéns ao John Green!
Eu estava muito ansiosa pelo filme, quando soube da estréia, mal pude esperar para vê-lo. É um filme muito bom, um lindo romance e dou os parabéns ao John Green!

 

Carol:

Bom, foi o único filme que eu vi que ficou fiel ao livro. Chorei muito. Acho que eles foram muito felizes na escolha do elenco, o cenário foi muito real e a interpretação, perfeita.
Bom, foi o único filme que eu vi que ficou fiel ao livro. Chorei muito. Acho que eles foram muito felizes na escolha do elenco, o cenário foi muito real e a interpretação, perfeita.

Enfim, gostaria de acabar o post falando que O FILME NÃO SUBSTITUI A LEITURA. Nunca.

E eu gostei desse link:

http://www.brasilpost.com.br/2014/06/11/livro-filme-a-culpa-e-das-estrelas_n_5485519.html

E só. Espero que gostem 🙂

Ok.

 

Cidades de Papel

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John Green

Intrínseca, 2013, 368 p.

 

Q., um garoto conformado com a “normalidade” de sua vida, tem seu mundo virado de ponta cabeça e sacudido de forma abrupta quando sua vizinha-ex-melhor-amiga-atual-vítima-de-seu-amor-platônico, Margo Roth Spielgelman, resolve procurá-lo no meio da noite para uma aventura, uma pequena vingancinha.

*Digo abre aspas normalidade fecha aspas, porque é um livro do John Green e por mais que os personagens pareçam normais, eles não são tão assim.

Depois disso, Q. se envolve não só em questões relacionadas a (polêmica, impulsiva, determinada) Margo e seu [SPOILER] desaparecimento-barra-fuga, mas também em questões de auto-conhecimento e conhecimento da humanidade, sociedade, enfim…

Mais um livro do tio Verde, que está quase roubando o espaço do Sidney Sheldon em meu coração, passando por amor, conhecimento da raça humana até chegar em cerveja, formatura e palavrões.

Amei por me identificar com Margo e Q., amei por falar dessa filosofia de “carpedienzar”, amei por ter a escrita maravilhosa, engenhosa e magnificamente simples, por ser emocionante e imprevisível e amei só por amar.

Ain, tem partes no livro que pode te desanimar, é meio chato algumas partes em que ele fica lendo e decifrando o poema por exemplo. Mas não desista, o livro é maravilhoso e passa uma mensagem linda e aaaaaah é liiiiindo.

Minhas partes, trechos, sl, preferidos:

”  – Amanhã tem aula.
– É, eu sei. Amanhã tem aula, e depois de amanhã também, e pensar muito nisso pode enlouquecer qualquer garota. Ok, tudo bem. Amanhã tem aula. É por isso que a gente tem que ir logo, para voltar antes de o dia nascer.”

“Ela levantou a perna e soltou todo o peso do corpo quando a virei. Ou ela confiava mesmo em mim, ou desejava cair.”

“Somos agora o que eu gostaria que fôssemos então.”

“A luz sai e nos inunda.”

*P.S.: Tio Verde resolva-se com os livros do Sidney Sheldon (Noele, querida, Margo tá tentando te superar…)

Ah, pessoas, em breve farei uma lista sobre o porquê de amar o Tio Verde.

Bjs

O Teorema Katherine

Imagem

 

John Green

Intrínseca, 2013, 285 p.

 

Colin Singleton: um garoto prodígio, especialista em anagramas, línguas e em Katherines. Ele já namorou 19 Katherines. TODAS terminaram com ele. A “K-19” foi a ultima e a que deixou um vazio maior em Colin. Não, não um VAZIO, um BURACO.

Após se formar e a K-19 terminar com ele, ele decide duas coisas. 1- inventar um equação que determine o Terminante e o Terminado de uma relação e 2- cair na estrada com seu melhor- e único- amigo Hassan.

O livro mostra a graça de não saber as coisas. De ter esperanças em um futuro incerto, de acreditar que tudo e possível.

Uma das milhares (MILHARES) de mensagens bacanas que o livro passa, é que existem pessoas importantes, boas, não-famosas, que fazem a diferença. E que podemos ser essa pessoa Que podemos ser quem, o que, quisermos. Que só precisamos corresponder as NOSSAS expectativas.

Resumindo: mais um dos inegáveis sucessos do tio Verde.