Perguntas aleatórias para quando você está sem assunto

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Sempre nas reuniões de amigos – seja num barzinho ou em casa -, surge um momento “sobre o que vamos conversar agora?”. E realmente, surgem uns assuntos bem aleatórios. ~vamos falar da nova tekpix~

Num dia bem especial, enquanto eu rodava na leitura com pessoas amadas, encontramos um livro que eu adoraria ter adquirido, poréeeem não tinha dinheiro suficiente (até dei a louca e tirei da bolsa uma quantia e saí perguntando “quanto você tem aí”, coisa de gente sagitariana). O livro é “O Jogo das Perguntas – 291 perguntas pra você nunca ficar sem assunto”, de Gregory Stock. Então, resolvi EU mesma fazer algumas dessas perguntas hahaha.

Agradeçam a minha mania de listas e a minha falta de criatividade, porque eu acho que até deu certo:

  • Se você achasse a lâmpada mágica do Alladin, com direito aos três pedidos do Gênio, o que pediria? (não vale mais desejos)
  • Você pode escolher conversar por uma hora com alguém famoso que já morreu.Quem seria e o que diria a ele(a)?
  • Caso pudesse comprar mil reais de apenas uma coisa no mundo. O que compraria?
  • Que personagem de série/livro/filme você se identifica? Por que?
  • Se sua vida fosse um gênero de filme, qual seria? E o título?
  • Super inteligência ou super força? Que tipo de super poder você teria?
  • Caso houvesse um apocalipse zumbi, você: a)viraria um zumbi; b) morreria lutando; c) encontraria a cura ou d) fugiria pra marte?
  • Existem 10 pessoas com uma doença fatal e só o sangue de uma pessoa, que está ali com você, pode salvá-los. Porém o sangue dessa pessoa deve ser totalmente extraído para curá-los. O que você faria?
  • Quando criança, o que queria ser quando crescesse?
  • Você acredita em seres místicos? Quais?
  • Um objeto que você não pode viver sem? Um objeto que não te faria a menor falta?
  • O que todo mundo já fez ou viu e você não? (vamos brincar de “eu nunca” muahahahaha)
  • Se o apocalipse tivesse chegado, e você tivesse dua opções: 1) deixar todo mundo que conhece morrer e começar uma nova Terra ou 2) voltar no tempo, salvar algumas pessoas e você morre. O que faria e por que?
  • Astrologia: qual seu signo? (sempre rola nas horas vagas)
  • Se você pudesse ~renascer~ como uma nova pessoa, com uma nova nacionalidade e cultura e pudesse escolher tudo isso, quem iria ser? (não pode não mudar nada 🙂

Se tiverem mais alguma situação-pergunta-assunto desse tipo, manda manda manda!

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Extraordinário

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Extraordinário, realmente é esse o título perfeito para o próprio. Nenhum título combinou tanto assim com um livro, a minha humilde opinião.

Alguém me disse um dia que quando as pessoas choram vendo um filme, música, texto ou algo do tipo, não costuma ser só por uma simples emoção. As vezes o filme, a data, essas coisas conseguem traduzir o que sentimos de uma maneira tão profunda que nem dá pra explicar.

Ou, por causa da emoção, por menos que ela seja, isso acaba funcionando como um botão para nossos sentimentos escaparem. Como se fosse a gota que faltava pra fazer transbordar. De acordo com Aristóteles, o teatro tinha para o ser humano a capacidade de libertação, pois quando via as paixões representadas, conseguia se libertar delas.

Catarse então era o estado de purificação da alma, experimentada pela plateia através das diversas emoções transmitidas no drama. Usaremos o meu segundo exemplo (do parágrafo que começa com “ou”), para falar o que esse livro foi pra mim. Ele foi minha catarse. E com certeza o motivo de ele ter feito tanto sucesso na época é que ele foi uma catarse pra muita gente por aí.

Extraordinário é lindo e incrível. É uma história que você se identifica porque todo mundo já sofreu com os efeitos de uma escola nova, todos já quiseram ser outra pessoa ou mudaram sua imagem pra sempre, todos já quiseram sumir, parar de estudar ou nascer de novo. E é isso que o torna tão delicioso: o livro traduz desejos extraordinariamente comuns.

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Um Dia

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David Nicholls

Intrínseca, 2012, 320 p.

*P.s.: Escrevi esse texto no final do ano de 2014, quando a Michely, da minha sala, leu no blog que era louca pra ler o livro e me emprestou. Achei lindo e isso até nos aproximou! Maaaaas, no começo desse ano descobri que ela ia sair da escola, e hoje me faz falta. Sim, Michely, se estiver lendo isso, eu sou eternamente grata por ter te conhecido e pelo livro e sinto sua fata. 

Emma, uma garota inteligente, preocupada com causas humanitárias e com seu papel no mundo, conhece Dexter, um lindo garoto popular – e galinha-, no dia 15 de Julho de 1988. Apesar das diferenças entre os dois (e do par excêntrico que eles formam), o livro nos mostra um pouco da vida de cada um -no dia 15 de Julho- ao longo de 20 anos.

Não quero falar muito pra não estragar, mas a magia, a emoção, a profundidade desse livro é fenomenal. Como Marian Keyes (está escrito atrás do livro, nem sei quem é essa pessoa) é “incrivelmente emocionante”. Sendo sagitariana, mas enfim. Olha, eu adorei como esse livro é clichê em certas partes, mas ele te prende de um jeito e a leitura desce como se fosse sorvete, sabe? Um livro de quinta-feira a tarde, deitada na grama, encostada numa árvore.

É engraçado sem ser forçado, uma leitura leve e gostosa. Esse é um daqueles livros que você nem percebe que leu 120 páginas – e seu café nem esfriou. Faz crítica aos relacionamentos, no geral. Amizade, amor, coleguismo, pessoas conhecidas, pessoas que passam na vida da gente e pessoas que ficam… Aos sentimentos que mesmo quando nos entregamos a eles inteiramente, algumas coisas simplesmente mudam de repente.

Muito obrigada, Michely, por me emprestar uma história tão maravilhosa.

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Tag: Leia Este Livro

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Fui indicada pela criadora desta tag, a Isa, do With My Journal ❤

As regras:

  • 1 – Colocar a imagem da TAG
  • 2 – Marcar o blog criador (With my Journal)
  • 3 – Linkar o blog e o post da TAG do blog que te indicou (para a lista aumentar)
  • 4 – Indicar 5 livros + comentários
  • 5 – Indicar de 5 a 10 blogs para responder

Meus cinco livros:

– O Dia do Curinga

Livro lido recentemente que tocou meu coração filosófico e sagitariano. O livro conta a história de um garotinho, Hans-Thomas, que sai com seu pai de férias, em um carro e se dirigem a Atenas para procurar a sua mãe. No caminho eles passam por vários lugares, em um deles um anão misterioso dá uma lupa para Hans-Thomas, e principalmente pela cidade de Dorf, em que Hans-Thomas entra numa padaria cheia de peixinhos multicoloridos e ganha um pãozinho com um mini-livro dentro. No caminho, além das conversas filosóficas e superinteressantes, nos deparamos com o mistério do livrinho do pão. A história do livrinho é mágica e ao mesmo tempo… Algumas partes se tocam com o presente e com a vida do garoto. Não falo mais se não perde a graça. Sério, foi um dos melhores livros que eu já li. Peguei emprestado com a linda da minha professora de Português, Literatura, Redação e vida haha. Obrigada, mais uma vez Rita ❤

– Quem é você, Alasca?

Peguei do We Heart It <3
Peguei do We Heart It ❤

John Green me conquistou com esse livro. Não te falo que é o melhor de todos e que “NOSSA, MEODEOS, LÊ”. É bom, mas ele está aqui, porque é um livro que se eu pudesse obrigava todo mundo a ler. O Tio Verde está com certeza na minha listinha de escritores preferidos, e um dos motivos foi esse livro. Acho que muitas pessoas leram e eu não tenho muito o que dizer, já coloquei tudo pra fora num post antigo (se quiser ler, clica aqui). Enfim, próximo:

– Dom Casmurro

Posso falar que dos livros nacionais que eu li, Dom Casmurro foi de longe o melhor. Capitu me ~ capiturou~. A história lembra muito Otelo de Sheakespeare, onde um homem apaixonado sofre as loucuras do ciúmes – um monstro de olhos verdes. Mas não se sabe até hoje se foram somente loucuras ou se aconteceu de verdade. E o livro tem uma história tão boa de ler e te prende de um jeito que quando você perceber já acabou. E é um daqueles que – assim como o Dia do Curinga – você fica com ele na cabeça até depois de um mês tentando absorver, destilar, absorver aquilo tudo.

– Cidade dos Ossos (Instrumentos Mortais)

Quando comecei com a fome por livros, eu era nova e adorava a fantasia. Comecei com Crepúsculo minha paixão por sagas ~mejulguem~, e a melhor que já li até hoje foi a saga Instrumentos Mortais. Esses livros são tão maravilhosos e meu bebês que não sei nem explicar. É um romance adolescente, nem tão adolescente, sobrenatural, com personagens tão diversos e marcantes que é impossível você não se apegar. As frases ácidas do Jace dá um quê a mais no livro, aliás, o Jace é o personagem mais foda que eu já vi (só perde pra Noele, ali em baixo). Indico a todos que queiram ler alguma coisa. O primeiro livro eu li em um dia, ganhei ele numa premiação da escola em que eles indicaram as três pessoas da escola que mais liam e se interessavam por livros, e eu ganhei, 3bjs.

– O Outro Lado da Meia-Noite

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Sidney Sheldon, amor da minha vida. Um dos meus escritores preferidos. O cara escreveu vários romances bons antes de morrer, sim, triste, mas marcou o meu mundo. Minha mãe também é uma leitora nata, e na minha estante tem alguns exemplares de livros com cara de livro velho, sabe? E eu resolvi ler, porque estava me cansando dos mesmos livros de sempre. Peguei o “Quem Tem Medo do Escuro?” e adorei. Desde então leio com frequência livros antiguinhos. O Outro Lado da Meia-Noite pode até não ser meu livro preferido de todos, mas tem o meu personagem preferido de todos os personagens: Noele Page. Amo ela. Pra saber mais do livro leia este post aqui (desculpa gente, é que costumo postar sobre os meus queridinhos).

E foi isso, pessoas. Desculpem-me por tantos links. E eu demorei pra caramba pra decidir quais os cinco livros que eu deveria colocar, porque se depender de mim indicaria todos os livros que já li (menos P.S. Eu te amo, porque o livro é horrível). Espero que tenham gostado da tag e eu não sei quem indicar. Os únicos blogs que eu pensei foram o Dear Belli e o Eu Sem Qualidades. Desculpa Isa, furei contigo, mas foi preciso se não o post não saía nunca mais. Enfim, beeeeeeeejo.

*Só pra finalizar, porque eu não podia deixar passar essa:

**Ridículo, eu sei. Mas eu ri.

Porque amar o John Green

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Já fazia algum tempo, mas prometi que faria um texto com inúmeras razões para amar os livros do John Green. Se você não gosta, pense duas vezes. Vai que você está lendo sob influências malignas que fazem você -ser humano- não apreciar uma obra sequer do Tio Verde.

Antes de mais uma das minhas inúmeras listas, quero dar uma palavrinha, expressar minha humilde opinião. Caso não goste de A Culpa é das Estrelas, tente ler outros livros. ACÉDE ficou carregada de propagandas que ao invés de funcionar positivamente, acabaram por iludir as pessoas e criando uma expectativa muito irreal.

Lista:

  • As capas são lindas. Tá, não é um motivo, mas elas são realmente lindas.
  • A maioria dos livros tem personagens com traços que você encontra num amigo, num parente, em você… Os personagens acabam se tornando “reais”.
  • Ele não escreve forçadamente para os jovens. Não carrega seus livros com coisas desnecessárias só pra fazer os personagens agirem como adolescentes e passar aquela imagem de “ah, eu entendo vocês”.
  • Todas as suas histórias são diferentes umas das outras.
  • As histórias tem seu ~tempero~ moderado. Tipo: uma pitadinha de humor, um pouquinho de mensagem pra pensar na vida, e por aí vai.
  • O CARPE DIEM NOS LIVROS.
  • O modo leve, direto e… O jeito que o John Green escreve é diferente.
  • Finais épicos.
  • As mensagem legais que podem te ajudar alguma hora da sua vida.
  • Coisas importantes que ele nos faz pensar como o que voc~e vai fazer da sua vida, bullying, o que você pensa da sociedade atual…
  • John Green é bom.

Sinceramente, espero que peguem um livro dele pra ler. Meu preferido (dos que eu já li) é o “Quem é você, Alasca?”. É maravilhoso.

Links com resenhas que fiz no blog:

https://luizaluna.wordpress.com/2014/05/17/cidades-de-papel/

https://luizaluna.wordpress.com/2014/07/07/quem-e-voce-alasca/

https://luizaluna.wordpress.com/2014/04/03/o-teorema-katherine/

https://luizaluna.wordpress.com/2013/10/02/a-culpa-e-das-estrelas/

Presentinhos de Natal


Foram mais presentes que eu esperava, haha! Eu sou uma pessoa péssima de se presentear. Sou muito chata pra dar roupa, acho que perfume é algo muito pessoal, morro de vergonha do numero do meu pé… Os únicos presentes que eu acho universal são livros e dinheiro KK. Maaaaaaas esse ano, várias pessoas foram fofas ao extremo e conseguiram acertar em cheio o presente. Quer ver? Maquiagens : Um dos motivos de terem acertado esse presente foi porque eu meio que escolhi. Arrastei minha mão para a Contém 1g porque a loja é linda. Estava querendo um lápis de olho e perguntei se eles tinham um. A moça que atendeu a gente já me sentou na cadeira e eu pensei que estava num salão. Sai de lá toda produzida e encantada com os produtos. Mas o preço era beeeeeeeem salgadinho, principalmente pra mim que sou acostumada a comprar o básico do básico e na revista da Avon. Mas mamãe e papai, lindos, me deram os três produtos que mais gostei da loja. Vou experimenta-los e faço uma resenha depois 😉 pn3 Sapatos : Eu morro de vergonha do meu pé. Morro de vergonha MESMO. Por esse motivo eu ando muito de tênis, principalmente All Star. Maaaaas, eu amo andar descalça. Não gostava de chinelos porque me incomodava a numeração nunca era do meu tamanho… Só que eu descobri que isso era uma desculpa pra mim mesma. O negócio era ir na loja e comprar o chinelo que me servisse mesmo, independente do número. Eu meio que tentava servir no produto e não pegar uma numeração que me servisse. Sabe? Então, esse é o meu primeiro chinelo de todos os tempos. Papai que me deu os dois 🙂 pn4 Bijuterias: Haha, não é beeem bijuteria… Minha orelha é sensível pra caramba. Se eu coloco um brinco que não é de ouro, parece que ela faz birra e grita “eu não vou usar esse brinco”. E eu queria muito furar ~de novo~ o meu segundo furo (uma dica: nunca fure a orelha escondido, a sua mãe vai ver e mandar você arrancar), e até que enfim me deixaram furar. Mas precisava de um brinco próprio pra isso, o cirúrgico, e depois queria colocar um mais bonitinho, um de ouro. Eis o que aconteceu: meu avô comprou um cirúrgico pra mim (vô seu fofo) e minha mãe me deu o de ouro, além de comprar alguns conjuntinhos banhados a ouro pra mim e aquela pulseira que eu AMEI ❤ Mamain, cê é linda ❤ pn1 pn6pn5 E ainda, meu namorado, a coisa mais fofa do mundo me deu esse conjunto de natal. pn3 Livros: Não são bem presentes, devo acrescentar. Um belo dia fazendo compras rendeu promoções de livro por dez reais. E como boas viciadas, mamain e eu imploramos pra levarmos alguns. Minha mãe que escolheu e meu pai sendo um belo de um cara chato e resmungão, não pôde esperar, resultando numa escolha pela capa/título dos livros. Vou ler e ver se vale a pena. Se alguém leu ou conhece algum, comenta aí 😉 *P.s.: o único que já li e minha mãe pegou sem saber é o Homem de Sorte, que é lindo. Essa é a edição de bolso e custou R$10,00. pn13 pn2 Então, é isso. FIIIIIIIIIIM 🙂 Galera, se puderem depois curtir a página do Carpe Diem no Facebook, agradeço 😉 Ah, meio atrasadinho, mas tá valendo: que o Papai Noel não traga apenas presentes, mas boas notícias, saúde. Que o vento sopre mais que ar, sopre também alegrias, coisas boas. Que avida traga tudo de belo, que ela nos deixe aproveita-la da melhor forma possível. Que Deus ou qual ser você acredite, esteja ao seu lado, te guiando, te dando luz. Que o ano de 2015 seja memorável. Beijos pessoas!

Roube Como um Artista

RCUA.2Austin Kleon

Rocco, 2012, 159 p.

 

Roube Como Um Artista – 10 dicas sobre criatividade, é um livro beeeeem diferente que conta um pouco sobre como ter boas ideias, executa-las e divulga-las, sobre como deve se organizar e as vezes se desorganizar, as horas que você tem que liberar seu lado chato ou o lado legal, etc.

O livro começa me conquistando com a seguinte frase: TODO CONSELHO É AUTOBIOGRÁFICO. E meio que esse livro se torna uma série de conselhos.RCUA.3

Gostei do formato do livro, a fonte e a capa preta. Coisas que me encantaram a primeira vista na mão da Thaís (pessoa da qual eu raptei o livro). O título chama atenção também, assim como a intercalação de fontes no livro, os textos montados com frases curtas e objetivas, os gráficos e desenhos e fotos, as frases diversas de um monte de pessoas, tudo isso torna o livro tão gostoso de ler, que te faz querer virar a página, ler esse capítulo, o outro, mais um… Tudo o torna visualmente marcante, inclusive a última página que tem um espaço só para RABISCOS. EU AMO RABISCAR MINHAS IDEIAS SOBRE OS LIVROS QUE LEIO! (!!!!) Como não amar?

Adorei as dicas, algumas eu até já fazia (como, especialmente, levar meu caderninho e um lápis para todo canto, onde eu inclusive anoto minhas ideias pro blog). Discordei apenas do conselho da p. 127, CUIDE DE VOCÊ. Fala que a ideia de artistas que usam drogas e vivem a vida loucamente é equivocada. Não que viver assim seja o certo, óbvio que não. Mas as pessoas que eu mais considero criativas viviam loucamente. Vou citar um exemplo: Steve Jobs. Ele tinha a ideia absurda de que ele só era criativo porque usava drogas. Mas não. Mesmo depois que ele parou (porque percebeu o que ele estava fazendo com a vida dele), ele continuou com sua magnífica mente, colorida, simplista e totalmente criativa (na minha humilde opinião). Mas, Jobs vivia loucamente mesmo sem as drogas. O que quero dizer é que: não precisamos ser -desculpa Austin- bundões para nos cuidarmos e para ser criativos, não precisamos ser chatos, caretas, enfim. A pessoa para ser criativa tem que… NÃO EXISTE ESSA FRASE. NÃO EXISTE ESSA REGRA. NÃO EXISTE UM PADRÃO DE PESSOAS CRIATIVAS. Você só precisa ser um um ser que respira, pensa, raciocina para ser criativo. Bem, minha opinião. Se cuidar seria, como ele mesmo indica, alimentar seu corpo, mas também seu cérebro e sua alma, fazer caminhadas e manter a forma física. Cuidar da tua saúde, bem estar e etc.RCUA.1 P.S.: deixei um mini marcador de coração na minha página preferida, pra linda da Thais que me emprestou o livro ❤

Eu quero um livro desses, alguém se habilita a me dar? (rs) Me conte o que achou? Beijos :*